Deus não se impõe. Podes andar pelo mundo sem O ver, ainda que esteja em toda a parte.

Tu e eu, que não temos grandes coisas para mostrar, somos os primeiros a pôr o nosso nome naquilo que fazemos. Aquele que tudo sustenta preferiu passar despercebido. Quer que O procures livremente.

Acabarás por perceber que a luz que brilha em ti é Dele. E como amarás, então, a discrição.

Quando a entrega custa verdadeiramente, apressas-te a dizer que, então, Deus não a pede. Uma a uma, vais abolindo as leis que te incomodam. Como se a fé verdadeira não pudesse chocar.

Recorda a entrega que fizeste, como deste a vida por amor. É o mesmo amor com que Deus conta, agora que te pede o que mais custa. Ou que o pede a outros, que procuram o teu conselho.

Fraquezas sim, desculpas não. O amor acolhe as primeiras mas não entende das segundas.

Sabes que não tem feito muito sentido o modo como assistes à Missa. Vais quase contrariado, fazer o frete, como quem está numa conferência.

Não te preparas, chegas atrasado, estás distraído e sais à pressa.

Sim, o padre podia ajudar mais, a iluminação também, e o público, e a música. Mas, sejam como forem, é o mesmo Deus que se entrega no altar. O que te criou, encarnou, deu a vida por ti, ressuscitou. O que te ama e te chama a responder a esse amor.

Vais à Missa estar com Jesus. Não será suficiente para a cuidares com mais esforço?

Estás disposto a acreditar se Ele te der um sinal. A rezar, se te fizer um favor. Até a amar, se vires que compensa.

Negoceias com Deus para ver se ele cabe na tua ideia de Deus. Um mágico que te dignas admirar quando faz uns truques.

Mas, sem que o tivesses pedido, fez-se homem e morreu por ti. Não duvides de tanto amor.

Como daria jeito, para a missão da Igreja no mundo, poder contar com um bom grupo de gente empenhada, apostólica, de fé sólida. Santos.

Mas é um exército de feridos, vacilantes, sem saúde, temerosos. Sofrem e cedem às tentações, tem dúvidas, falta-lhes coragem.

Tu, que querias dar-lhes força, sabes que carregas as mesmas fraquezas. Frágil entre frágeis.

Lutemos assim mesmo. Ficará claro que a obra é de Deus: é Ele que santifica o mundo, é Dele a santidade da Igreja, é Ele quem te fará santo.

Tens lutas que ninguém conhece. Batalhas secretas que te inquietam. Às vezes pela razão errada.

Começas por achar que ninguém tem lutas dessas. Que os outros só têm lutas normais, como se isso existisse! E, como temes ser descoberto, pões mais empenho em ocultar esse defeito do que em lutar contra o pecado.

Mas devias falar com alguém. Para vencer o mais humilhante, conta muito pedir ajuda.

És igual a toda a gente. Quando venceres essa luta escondida, terás outra. Uma que agora não te envergonha, mas que o teu amor tornará mais urgente.

Quando te perguntam o que diz a Igreja sobre qualquer coisa, às vezes inventas. Porque não sabes e tens vergonha de o admitir; ou porque sabes mas tens vergonha de o assumir; ou porque tens uma teoria diferente sobre o assunto.

É sempre bom conversar e a maior parte dos temas são intranscendentes. Mas não é justo que inquietes (ou enganes) a consciência de alguém com ideias que nada têm de revelação, nem de autoridade.

Não deixes que alguém confunda a tua opinião com a doutrina da Igreja. São ambas muito interessantes, mas só uma é que salva.

Deus pede tudo. Algumas coisas estás disposto a dar, mas outras ainda nem as conheces. Não sabes o que implicam, o que custam, quanto doem, a quem doem, quando virão.

Entrega-te de todo, deixando tudo nas mãos de Deus. Pelo incrível dom da liberdade podes entregar o presente, o passado e o futuro. Tudo.

E se chegar o que temes, chegará com a graça de Deus e com a promessa de que o poderás aceitar.

Vence o medo. Também não conheces ainda as alegrias que Jesus preparou para ti.

Deus pede tudo. Algumas coisas estás disposto a dar, mas outras ainda nem as conheces. Não sabes o que implicam, o que custam, quanto doem, a quem doem, quando virão.

Entrega-te de todo, deixando tudo nas mãos de Deus. Pelo incrível dom da liberdade podes entregar o presente, o passado e o futuro. Tudo.

E se chegar o que temes, chegará com a graça de Deus e com a promessa de que o poderás aceitar.

Vence o medo. Também não conheces ainda as alegrias que Jesus preparou para ti.

Desculpa dizê-lo tão pouco. Tenho muito a agradecer-te e a Deus por te ter posto na minha vida.

Digo-o pouco, às vezes, porque me parece lamechas. Ou porque perdi sensibilidade. Ou porque fiquei com inveja. Ou porque é só um pormenor.

Hoje é pelos pormenores que te agradeço. Por aquilo que poucos vêem. Pelo que se repete, pelo que guardas, pelo que sustentas.

Obrigado.

Desculpa dizê-lo tão pouco. Tenho muito a agradecer-te e a Deus por te ter posto na minha vida.

Digo-o pouco, às vezes, porque me parece lamechas. Ou porque perdi sensibilidade. Ou porque fiquei com inveja. Ou porque é só um pormenor.

Hoje é pelos pormenores que te agradeço. Por aquilo que poucos vêem. Pelo que se repete, pelo que guardas, pelo que sustentas.

Obrigado.

És um bom cristão. Lutas. Aceitas ser mais generoso e empenhas-te nas batalhas difíceis, nas que te envergonham, onde és mais frágil.

Mas tens tentado sobretudo crescer em capacidade de resistência, em rigeza, no modo como aguentas as tentações. Queres ser mais forte.

E falta-te querer amar mais.

As ideias estão claras, a vontade treinada. Mas o coração frio. Aprende a amar, a tirar daí a luz e a força. E verás como chegas mais longe, como tens mais para dar e um caminho bem mais longo a percorrer.

És um bom cristão. Lutas. Aceitas ser mais generoso e empenhas-te nas batalhas difíceis, nas que te envergonham, onde és mais frágil.

Mas tens tentado sobretudo crescer em capacidade de resistência, em rigeza, no modo como aguentas as tentações. Queres ser mais forte.

E falta-te querer amar mais.

As ideias estão claras, a vontade treinada. Mas o coração frio. Aprende a amar, a tirar daí a luz e a força. E verás como chegas mais longe, como tens mais para dar e um caminho bem mais longo a percorrer.

Eu sei que tinhas dito. Mas por que o repetes como se mais ninguém tivesse dito? Como se ninguém tivesse tentado resolver?

Não tens os dados todos. Nunca tens. E indignas-te com coisas que não podiam ser de outro modo, ainda que ninguém to diga. Não tens de saber.

Conselhos e sugestões não são ordens. Se os dás para ficar chateado quando não os seguem, guarda-os para ti.

Eu sei que tinhas dito. Mas por que o repetes como se mais ninguém tivesse dito? Como se ninguém tivesse tentado resolver?

Não tens os dados todos. Nunca tens. E indignas-te com coisas que não podiam ser de outro modo, ainda que ninguém to diga. Não tens de saber.

Conselhos e sugestões não são ordens. Se os dás para ficar chateado quando não os seguem, guarda-os para ti.

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