E não foi a avó que me encheu o prato. Fui eu que me lancei, ávido, sobre as iguarias.

Estava ótimo! E eu nem me preocupo muito com a linha. Mas fiquei naquele estado de balão flutuante, cheio, sem força, sem vontade para nada, sem atenção aos outros. Com o embaraço de ter entregue tantas horas de um dia à comida.

É demais. Por muito bom que estivesse. Não há dignidade na intemperança.