Pequeno, fraco, imundo, estendo-te a mão por socorro. Não sei sair deste lamaçal. Tanto me repugna a sua baixeza, como me engana e me atrai com promessas de alívio e prazer.
Não te importa que suje desta lama o teu manto branco, puro, que me envolve em desejos de contrição. Como a tua mão carinhosa, que me limpa dos olhos o pó e as lágrimas dos meus enganos.
E com uma serenidade que não vi chegar, deixas-me nos braços de Jesus, já limpo e louco de espanto. De quem mereço eu perdão?
Obrigado Mãe Imaculada.