Medo de O irritar, de não suportar o Seu olhar terrível, de ter ido longe demais na minha culpa, de ter esgotado a minha parte na Sua misericórdia.
Medo do que me pudesse pedir, de que me enviasse ao que menos desejo, do que quisesse que eu Lhe oferecesse.
Medo que outros se rissem da minha fé.
Mas recebi nos braços o menino indefeso que nasceu em Belém. E eu mesmo sussurrei as palavras que me queria dizer: não tenhas medo, estarei sempre aqui.