Bonito tempo de descoberta e crescimento. De conhecer-se e de enfrentar medos. De crescer em liberdade.

Que pena se se consome na construção de um mundo oculto, numa interioridade irreal, numa vida de pecado escondida, dupla, numa relação de medo com os outros.

Tu já não és adolescente nenhum, mas tens a mesma tentação de te refugiares no que controlas, de mascarar os teus defeitos, de estar apenas no que podes assegurar, de viver como não és, longe dos olhares verdadeiros.

Cresce. Sai de ti mesmo ou serás um eterno adolescente. E os que vierem depois porão os olhos em quem?