O centro és tu. Quando recordas os elogios que recebeste, quando vais ver de novo o que fizeste bem, quando voltas às fotografias preferidas de ti próprio.

E dás voltas à conversa que não acabaste, ao que podias ter dito de outro modo, ao significado daqueles olhares e expressões, à impressão que causas e afeto que recebes.

Esse monólogo egoísta (ou, pelo menos, inútil) tira à tua cabeça o espaço que podiam ocupar Deus e os outros, orações e pedidos, amor e serviço.

Quanto bem podias fazer aí de dentro, se desses esse lugar.