Amas a Deus. Queres fazer a sua vontade e estender o seu reino. Mas estás travado, preso, e tudo isso fica para depois, fica sempre a meio. Se não fosse esta doença, esta limitação, esta circunstância...

A santidade que Deus te pede não é essa santidade adiada, essa "mística do oxalá".

É possível amar a Deus – plenamente! – estando entrevado, desempregado, moribundo, durante uma insónia ou sendo torturado.

Ama-O, por entre as dificuldades reais, sem imaginar outras coisas que não são, mas achas que deviam ser. Ama agora, em vez de imaginar que amarás um dia.